terça-feira, 4 de setembro de 2012

Francisco Falcão assume vaga de Calmon no CNJ



 















O novo “xerife” da Justiça no País, o ministro Francisco Falcão, assume na próxima quinta-feira (6) a corregedoria nacional de justiça certo de que terá pela frente, nos próximos dois anos, “uma missão espinhosa mas ao mesmo tempo edificante”.

De estilo próprio, Falcão garante que vai atuar com "mão de ferro" mas apenas quando as corregedorias dos tribunais não punirem magistrados acusados de irregularidades. O novo corregedor dará ênfase às medidas preventivas: "Ações profiláticas e corretivas são necessárias para que se restaure a credibilidade do Poder Judiciário”, afirma.


Segundo ele, com o trabalho desenvolvido pela ministra Eliana Calmon, a quem substituirá, ele encontrará o terreno aplainado por quem teve coragem moral de agir. Com a chegada de Falcão, a ministra Eliana Calmon retorna para as suas atividades no STJ.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

FILME DO DIA


CHARGE DO DIA

MÚSICA DO DIA


O STF na boca do povo

gois de papel

Nunca antes na história deste país, como diria Lula, o Supremo Tribunal Federal, em seus 204 anos, foi tão popular, e os nomes de seus 11 ministros soaram tão familiares aos ouvidos do povão. Nas mesas de bar, nas arquibancadas dos estádios, nas escolas, nas esquinas, personagens como Joaquim Barbosa, Ayres Britto, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Celso de Mello, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Rosa Weber, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski viraram assunto recorrente — para o bem e para o mal.

Tudo graças ao julgamento do mensalão. Aonde vai, o ministro Joaquim, por exemplo, relator do processo, é reconhecido e saudado. A TV do ponto de táxi da QI 11, em frente à Península dos Ministros, no Lago Sul, em Brasília, tem ficado ligada 100% do tempo nas sessões do Supremo. Não é só na capital. Até no Lamas, catedral da boemia carioca, no Flamengo, a turma do chope se pega assistindo ao que vai no julgamento.

O interesse se reflete nas páginas dos jornais. Só no GLOBO, este ano, até o fim de agosto, o termo STF surgiu 1.125 vezes — 125 na primeira página, 990 no noticiário político, 160 na seção de opinião, 45 na coluna do coleguinha Ilimar Franco, outras 42 na do nosso Merval Pereira e, não seria diferente, 92 aqui neste nosso quadrado. Até no Segundo Caderno (cinco vezes), nos suplementos de bairros (três) e, acredite, no Prosa & Verso (duas). Mais que o dobro de menções em todo o ano passado (543).

A concorrência não ficou atrás. Na “Folha de S. Paulo”, a sigla STF — ou o termo Supremo, para os íntimos — foi publicada 1.147 vezes.

É uma baita vitória da democracia (salve ela!). Dos 11 ministros que fazem história e dão exemplo às supremas cortes de países vizinhos, com a possibilidade de mandar para a cadeia politicões envolvidos no mensalão petista, só três não foram nomeados por Lula ou Dilma — Celso de Mello (por Sarney), Marco Aurélio (Collor) e Gilmar Mendes (FH). E, ainda este ano, Dilma deve nomear mais dois, com as aposentadorias de Peluso e Ayres Britto.

Ele é carioca...

Aliás, conta feita por um especialista em STF nestes dias quentes de julgamento dos mensaleiros mostra que o Supremo é... carioca.

Desde a Proclamação da República, o tribunal já teve 32 ministros nascidos no Rio. Logo a seguir, vêm Minas (30), São Paulo (24) e Rio Grande do Sul (17). Mas aí é outra história.
Marceu Vieira

O mês em que o Brasil faliu

Literalmente os EUA montaram no Brasil

Para evitar calote em 1982, EUA exigiram apoio na Guerra Fria e facilidades no comércio



Os então presidentes brasileiro e americano João Figueiredo e Ronald Reagan (centro), cavalgam na Granja do Torto, em 1982
Foto: Arquivo/O Globo
Os então presidentes brasileiro e americano João Figueiredo e Ronald Reagan (centro), cavalgam na Granja do Torto, em 1982 Arquivo/O Globo
 Há 30 anos, no auge da crise da dívida externa, os Estados Unidos foram a tábua de salvação do Brasil, com a liberação de empréstimos-ponte de US$ 1,5 bilhão no último trimestre de 1982. Essa ajuda deu fôlego ao país, mergulhado na insolvência, até a formalização de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) no ano seguinte, mas o Brasil pagou um preço alto pelo apoio americano.
Documento secreto do Itamaraty no Arquivo Nacional, ao qual O GLOBO teve acesso, mostra como os EUA impuseram condições e exigiram vantagens. Este e outros documentos sigilosos e depoimentos inéditos iniciam a série de reportagens sobre o chamado “setembro negro” e a crise da dívida.
Pressionado pelo governo americano, o Brasil teve de se submeter a uma série de exigências, desde o alinhamento incondicional aos EUA na Guerra Fria à aprovação de propostas encaminhadas pela maior potência do mundo ao sistema internacional de comércio, mesmo que essas normas pudessem ferir, no futuro, os interesses brasileiros.
Em memorando secreto ao presidente-general João Figueiredo, em fevereiro de 1983, o então ministro das Relações Exteriores, Ramiro Saraiva Guerreiro, alertou o governo para o “alcance excessivo da proposta dos EUA e prováveis efeitos lesivos sobre o interesse nacional”.
A crise da dívida externa chegou ao auge após a moratória do México, em agosto de 1982, que foi seguida de uma severa restrição de liquidez nos mercados financeiros, e a brusca interrupção dos fluxos de empréstimos do sistema bancário internacional para os países em desenvolvimento. O período, conhecido como “setembro negro”, foi marcado por vários eventos: choques do petróleo, aumento das taxas básicas de juros dos EUA e a guerra entre Irã e Iraque.
O Brasil, que se sustentava às custas de uma política dependente de capital externo, até então bem-sucedida, revelou-se uma nação insolvente. Em uma reunião do FMI na cidade de Toronto, no Canadá, a equipe econômica descobriu que, após a moratória do México, o Brasil era considerado a “bola da vez” pela banca internacional. O país só conseguiu evitar um calote generalizado porque teve a ajuda dos EUA, que haviam contribuído para o caos que se instalou na América Latina, ao elevarem os juros a uma taxa de quase 20% ao ano, após uma nova crise do petróleo.
Em outubro e novembro de 1982, o Tesouro dos EUA liberou dois empréstimos secretos para o Brasil, no total US$ 1,5 bilhão, o que ajudou o país a sobreviver até começarem as negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em visita ao Brasil, em dezembro daquele ano, o então presidente americano, Ronald Reagan, comunicou que haveria outro aporte de US$ 1,2 bilhão do Banco de Compensações Internacionais (BIS), graças à atuação dos EUA.
Documento ultrassecreto do Sistema Nacional de Informação (SNI), liberado recentemente para consulta no Arquivo Nacional, revelou que o presidente Reagan “sugeriu que sua visita poderia dar início a conversações, a nível interministerial, a propósito de temas tais como cooperação nuclear, na área industrial e militar, assim como no campo das atividades espaciais”.
Embora o Itamaraty estivesse alijado do processo de negociação da dívida, comandado pela equipe econômica, o chanceler Saraiva Guerreiro antevia uma fatura alta demais a ser paga em troca do apoio, impressão confirmada por ex-ministros da Fazenda de governos posteriores ao regime militar. No meio da crise, o ministro das Relações Exteriores recomendou ao governo “enxugar” a agenda do grupo de trabalho político-comercial entre Brasil e EUA em vigor.

fonte:oglobo

Geraldo Julio ultrapassa Humberto Costa em Recife


 PSB tem 33% e PT 25%, de acordo com última pesquisa

O candidato do PSB, Geraldo Julio de Mello, lidera pela primeira vez a corrida pela sucessão municipal em Recife com 33% das intenções de voto, segundo pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira. O petista Humberto Costa aparece com 25%, uma queda de sete pontos em relação a última pesquisa feita pelo instituto divulgada no dia 16 de agosto. O levantamento também indica pela primeira vez uma eventual vitória do candidato socialista no segundo turno com 44% das intenções de votos.
Geraldo foi lançado pelo governador Eduardo Campos (PSB), durante a crise em que naufragou o PT durante as prévias e as convenções partidárias. A candidatura socialista ganhou impulso com o início do programa eleitoral gratuito. Geraldo conta com o maior tempo na TV (13 minutos) por conta de ampla coligação formada por 14 partidos. O seu principal adversário, Humberto Costa, conta com o apoio de apenas três partidos.
Em Recife, o terceiro colocado é Daniel Coelho (PSDB), com 15% das intenções de voto. José Mendonça Filho (Dem), que estava em segundo lugar nas pesquisas iniciais, agora está em quarto. Brancos e nulos somam 8%.
A pesquisa foi efetuada entre os dias 31 de agosto e um de setembro, ouviu 805 recifenses e foi registrada no TRE com o número 0094/2012.

sábado, 1 de setembro de 2012

Propostas: Geraldo reúne profissionais da educação



  













O candidato do PSB a prefeito do Recife, Geraldo Julio reuniu 300 pessoas ontem à noite (31), entre educadores,diretores, professores e proprietários de escolas particulares e cursinhos, para debater um novo Recife. Ele apresentou seus compromissos nas áreas de Educação, Saúde, Segurança, Mobilidade, Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico, tendo recebido uma resposta positiva dos presentes. Realizado no auditório de um restaurante no Pina, o encontro se estendeu até mais de meia-noite e contou com a participação do governador Eduardo Campos(PSB).

O ato foi organizado com a ajuda de alguns dos principais nomes do setor no Recife e em Pernambuco, a exemplo dos professores Ednaldo Ernesto, João Correia, Marcelo Menezes, Artur Gonçalves, Rogério Porto, Arnaldo Mendonça, Carlos Costa, Kramer e Valença.

  O sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Pernambuco (Sinape) e o Movimento de Respeito às Escolas Particulares de Pernambuco (Morep) foram representados pelos seus respectivos dirigentes, José Ricardo Diniz e Neildo Alves.

“Quero assumir um compromisso com vocês. Enquanto tem muita gente querendo brigar, a minha preocupação é com o pai e com a mãe que precisam  e querem trabalhar, e não têm uma creche para deixar sua criança. A minha preocupação é, principalmente, com aquelas pessoas que querem uma educação melhor para seus filhos. Esse vai ser o meu foco o tempo inteiro: me dedicar a melhorar a vida na rua, no bairro e na cidade do Recife”, afirmou Geraldo. O governador Eduardo Campos pediu um voto de confiança para eleger Geraldo aos que acreditam no trabalho que o Estado vem realizando há seis anos.
fonte:magno

MÚSICA DO DIA


A DOR SEM FIM DA MAIORIA OU UM POVO ESQUECIDO

NINGUÉM  ASSUME A AUTORIA DO MAPA DE OSSOS DESSA NAÇÃO CHAMADA BRASIL.


 por CARLOS CHAGAS









Anuncia o governo que a partir do ano que vem o salário-mínimo será elevado de 622 para 670 reais. Houve até celebração no palácio do Planalto, pelo reajuste que ultrapassará a inflação. Um presente para o trabalhador...
Estão brincando com a miséria alheia. Como poderá um infeliz operário viver e sustentar sua família com essas migalhas? Nunca é demais repetir que a Constituição assegura para quem recebe o salário-mínimo, e sua família, condições para prover habitação, alimentação, vestuário, educação, saúde e até lazer. Seria uma bela experiência obrigar esses tecnocratas, mais os ministros e, com todo o respeito, a própria presidente da República,  a passarem um mês que fosse sobrevivendo com essa porcaria.
Quando criado por Getúlio Vargas, o salário-mínimo bastava para as despesas referidas. Quando João Goulart, ministro do Trabalho, dobrou a importância congelada durante todo o governo anterior de Eurico Dutra, não apenas ele caiu. Getúlio também, logo depois.
Vem agora o governo do trabalhador, perdão, apenas do  partido do próprio, e dez anos depois de instalado no poder continua humilhando metade da população do país. Porque apesar de toda a propaganda sobre a criação na nova classe média, 80 milhões de brasileiros recebem apenas o salário-mínimo...

A TRÁGICA DOR DO OUTRO FINGIMOS NÃO ENXERGAR

 Petista candidato à reeleição comete suicídio em GO











Petista candidato à reeleição comete suicídio em GO  O prefeito e candidato à reeleição em Nova Aurora de Goiás (a 257 km de Goiânia), Jerônimo Carneiro Sobrinho (PT), de 54 anos, cometeu suicídio na manhã desta sexta-feira. 

O petista teria dado um tiro de revólver calibre 38 no ouvido. Segundo informação do Jornal Opção, de Goiânia, o petista estava deprimido devido à perda do pai, Sebastião Carneiro Viruca, que faleceu há aproximadamente dez dias.
 
A informação foi confirmada ao Opção pelo tenente da Polícia Militar Vanderlei. Segundo relatou, Jerominho, como era conhecido, vinha fazendo tratamento contra depressão e ansiedade. Ele deixa esposa e três filhos. 'Toda a cidade está comovida. Tem muita gente em frente à residência dele. 
Ele e seu pai eram muito queridos aqui na cidade, são de uma família tradicional', disse o militar. Três viaturas foram encaminhas ao local.

O episódio gerou manifestações de pesar em toda a classe política de Goiás. O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Jardel Sebba (PSDB), lamentou a morte precoce e trágica de Jerônimo Carneiro. “Não pertencíamos ao mesmo grupo político, mas mantínhamos um relacionamento respeitoso e produtivo em favor do município”, comentou.
fonte:blogmagno

PSB diz que partido dá mais apoio ao PT do que recebe


 
 
 O PSB rebateu ontem as acusações do PT de que estaria provocando um racha na aliança entre os dois partidos. A Executiva Nacional da legenda preparou um estudo com a relação de cidades em que os dois partidos estão coligados, para mostrar que o PSB apoia mais os petistas do que o contrário. 
Os números foram incluídos em uma carta que o primeiro-secretário do PSB, Carlos Siqueira, enviou ontem para o senador Jorge Viana (PT-AC).
 
Na véspera, o senador afirmara ao GLOBO que o presidente do PSB, Eduardo Campos, estava deixando um 'sentimento da ingratidão' na relação PT-PSB com o rompimento da aliança no Recife, e que o ex-presidente Lula merecia de Campos 'um tratamento muito melhor do que esse'. O líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), foi o primeiro a reagir:
 
''Causou muita irritação no partido a fala do meu amigo Jorge Viana, principalmente porque temos nele um interlocutor equilibrado. Ele foi extremamente injusto com o PSB. Fomos o primeiro partido a apoiar Fernando Haddad, em São Paulo, abrindo o caminho para os demais. Fizemos isso a pedido de Lula, porque temos a compreensão de que temos compromissos com o projeto nacional.''

ORÇAMENTO 2013 - R$ 2,14 TRILHÕES


 Entenda como é feita a distribuição do orçamento da União.O que levará a maior parte do bolo é a amortização da dívida.


 

FRASE DO DIA

Em um caso em que um suspeito não quis falar nada para uma CPI, um aloprado editorial do Correio Braziliense afirmou: “A cidadania levou ontem um tapa no rosto e se descobriu impotente, abandonada”

Que país é esse?

                  ANTIGAMENTO O PEQUENO ERA O RESPONSÁVEL.QUANTOS INOCENTES PAGARAM PELO QUE NADA DEVIAM. HOJE SE VÊ OS CANALHAS ESTÃO AÍ MAMANDO NAS TETAS DO PODER E AUMENTANDO UM PATRIMÔNIO IMCOMPATÍVEL COM O QUE NÃO TINHAM ANTES.
                      GRADE NELES, NO RIGOR DA LEI
Que país é esse? Foto: Edição/247

Um político graúdo condenado pelo STF, empresários espreitando a cadeia, corruptos com seus bens bloqueados e empreiteiros acossados pela Justiça. Tudo isso aconteceu nesta semana. Como na canção de Renato Russo, “nas favelas, no Senado, é sujeira pra todo lado”. O Brasil mesmo está mudando ou é apenas um surto de purificação? Opine


247 – Numa só semana, um ex-presidente da Câmara dos Deputados (João Paulo Cunha), três empresários (Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Holerbach) e um ex-diretor de banco (Henrique Pizzolato) foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal. Todos espreitam a cadeia.

Para completar o quadro, um político (Cesar Maia), um servidor público corrupto (o Juquinha, da Valec) e uma empreiteira (a Andrade Gutierrez) tiveram seus bens bloqueados – nos últimos dois casos, em função de fraudes na construção da ferrovia Norte-Sul.

Que país é esse? É mesmo o Brasil, historicamente marcado pela impunidade, a que todos nós estávamos acostumados? Ou há outra nação nascendo, com novos padrões na política e na atividade empresarial? A mudança é pra valer, valerá também para os próximos julgamentos ou se trata apenas um surto transitório de purificação?

Ouça a canção de Renato Russo e opine: