quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Atestado de óbito de Herzog é mentiroso, diz OAB



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O atestado de óbito de Vladimir Herzog é mentiroso e deve ser substituído por um que ateste a verdade sobre a sua morte nas dependências do Doi-Codi, em 1975, durante a ditadura. A afirmação é do presidente da OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous ao comentar a decisão da Comissão da Verdade de requerer, a pedido da família Herzog, à Justiça paulista a retificação do documento.

Na solicitação, pede-se que conste que a morte decorreu de “lesões e maus tratos sofridos durante interrogatório nas dependências do 2° Destacamento de Operações de Informações-Centro de Operações de Defesa Interna.” Para Damous, o pedido da Comissão da Verdade merece todo o apoio da Seccional da OAB-RJ, uma vez que, segundo ele, Herzog foi assassinado nas dependências do Doi Codi paulista e não se suicidou, como informou, à época, os dirigentes da ditadura.

A Comissão da Verdade enviou também ao Juízo de Registros Públicos de São Paulo cópia da sentença da ação declaratória, movida pela família Herzog, e de acórdão em tribunais, que manteve a sentença de 1978. O veredito afirma que não houve prova de que Herzog se matou nas dependências do órgão subordinado ao Exército.
fonte:blogmagno

Bolsonaro distribui montagem com fotos de Hitler e Lula

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 Jair Bolsonaro começou a distribuir nesta semana, no Congresso, uma reimpressão da revista Seleções (editada em novembro de 1964) que traz na contracapa uma montagem com as fotos de Dilma Rousseff, de Lula, de Hitler e do trio Mahmoud Ahmadinejad, Muammar Gaddafi e Fidel Castro, segundo o Radar Online.

O livreto, de péssimo gosto, ainda mostra duas frases e uma foto de Bolsonaro e textos de exaltação ao Golpe de 1964.

FILME DO DIA

   HOMENAGEM  À NELSON RODRIGUES  E  FLIPORTO  2012  -OLINDA


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SP: Russomano confirma crescimento




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Em seis dias, o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, cresceu quatro pontos e ampliou sua vantagem sobre os adversários. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (5) mostra Russomanno na liderança isolada da disputa, com 35% das intenções de voto, segundo o Estadão.

O tucano José Serra, com trajetória em queda desde o fim de junho, diminuiu mais um ponto e agora tem 21%. Fernando Haddad (PT) oscilou dois para cima e está com 16%. Como a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, Serra e Haddad estão em empate técnico. O candidato do PMDB, Gabriel Chalita, manteve os 7% da pesquisa anterior. Soninha Francine (PPS) tem 5%.

Em simulações de segundo turno, Russomanno venceria tanto Serra quanto Haddad. Num embate direto com o tucano, ele triunfaria por 58% a 30%. Se disputasse a fase final com Haddad, ganharia por 56% a 30%. Esta é a primeira vez na atual disputa que o Datafolha simula segundo turno para a eleição em São Paulo. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), sob o número 00711/2012.

Geraldo faz caminhada ao lado de Eduardo



 










O candidato do PSB à Prefeitura do Recife, Geraldo Júlio, e seu vice Luciano Siqueira (PCdoB) fizeram , nesta quarta-feira (5), uma caminhada pelas ruas do centro do Recife, ao lado do Governador Eduardo Campos e do escritor Ariano Suassuna.

Ao fim da caminhada, Geraldo comemorou a repercussão da sua decisão de retirar das ruas os todos os quatro mil cavaletes de propaganda. “Foi uma decisão em nome da cidade, ouvindo o que foi pedido pelas pessoas. Sugiro que os outros candidatos façam o mesmo”, destacou. 

Perguntado se iria pedir aos postulantes proporcionais da Frente Popular para que também retirem seus cavaletes, o futuro prefeito respondeu que eles “têm autonomia para fazer a campanha deles”.  Geraldo seguiu para a segunda caminhada do dia,  no bairro da Várzea.

MÚSICA DO DIA


CHARGE DO DIA

A Charge do Chico Caruso

Guia: crack e violência na pauta de Humberto e Daniel

 montagem gde



O candidato do PT à Prefeitura do Recife, Humberto Costa, hoje dedicou seu guia para listar ações de combate ao crack. Defendendo um trabalho conjunto entre os setores de educação, saúde e segurança, Humberto planeja a construção de centros de convivência e albergues terapêuticos, além da abertura de leitos de desintoxicação e de mais parcerias com a igreja.
Humberto também enalteceu ações de seu candidato a vice, João Paulo, como a ampliação dos Centros de Atenção Psiocossocial (CAPs). Hoje, a aparição do ex-presidente Lula ficou reservada para o fim do programa, onde frisou 'a experiência política e a competência administrativa' de Humberto.
Já o tucano Daniel Coelho voltou a mostrar 'a vida real' do Recife, estratégia que tem sido mostrado acertada, dado o seu crescimento nas pesquisas recentes. Daniel criticou a criação do Compaz, programa de Raul Henry (PMDB) que foi endossado por Geraldo Julio. O tucano reforçou seu argumento visitando um centro de cultura e esportes praticamente vazio, enfatizando que é necessário cuidar do que já existe, volta e meia atacando 'números e promessas' de adversários.
Daniel ainda defendeu mais monitoramento por câmeras, melhoria da iluminação e ampliação do efetivo da guarda municipal.
Pequenos - O candidato do PRTB, Esteves Jacinto, hoje deixou as críticas de lado para dar espaço a depoimentos de colegas de igreja. Edna Costa (PPL) fez propostas para a educação, como a valorização do professor e o fim do regime da progressão continuada.
Jair Pedro (PSTU) defendeu políticas para os negros, como cotas em concursos públicos e ensino da história da África nas escolas. Já o guia da frente de esquerda (PCB-PSOL) novamente mostrou a vice da chapa, Albanise Pires, criticando 'o velho travestido de novo', além de listar propostas para a educação, como a implantação de creches.  
fonte:blogmagno

Geraldo Julio debate na Associação Comercial de Pernambuco





 http://www.casadacultura.org/br/pe/recife/Recife_predios_construcoes/Associacao_Comercial_Pernambuco_Noturno_grd.jpg


 A Associação Comercial de Pernambuco (ACP) promove amanhã (6), a partir das oito horas, no salão nobre do seu edifício-sede, no Marco Zero, um café-da-manhã com o candidato do PSB à Prefeitura do Recife, Geraldo Julio. 

O encontro marca o lançamento do projeto Debate Recife, cujo objetivo é discutir com os candidatos a prefeito propostas de governo para a cidade nos próximos quatro anos. Durante o encontro, Geraldo Julio vai expor suas propostas de ação e colher sugestões da classe empresarial.

De acordo com o presidente da ACP, Celso Muniz, até o final do mês o Debate Recife estará recebendo a visita dos candidatos Humberto Costa (PT), Mendonça Filho (DEM) e Daniel Coelho (PSDB). Aos quatro candidatos, Celso Muniz estará entregando uma pauta de reivindicações da ACP. Duas das reivindicações dizem respeito ao reordenamento da Avenida Conde da Boa Vista e à criação de mais ciclovias na cidade.

A lamentável despolitização da política



 

    por  Mário Augusto Jakobskind

A despolitização da política é uma das marcas desta campanha eleitoral para a escolha de prefeitos e vereadores nos 5.556 municípios brasileiros.
No Rio de Janeiro, cidade que mais resistiu à ditadura, o panorama é constrangedor, para não dizer vergonhoso. Basta ver a propaganda eleitoral pela televisão para constatar o baixo nível com pleiteantes aparecendo até com nariz de palhaço, em uma tentativa grotesca de repetir o fenômeno paulista do parlamentar federal mais votado do país, o Tiririca.
É preciso analisar o motivo pelo qual a política brasileira e mesmo mundial decaiu com o surgimento de figuras como Silvio Berlusconi, Mario Monti, Angela Merkel e por aqui Geraldo Alckmin, Sergio Cabral, Eduardo Paes, entre outros. São produtos do mercado e com discursos enganadores e muito apoio de grupos empresariais dos mais variados conseguem iludir até gente bem intencionada.
A decadência da política partidária tem também como parcela de culpa os próprios meios de comunicação que fazem o possível e o impossível para evitar debates permanentes e não apenas de candidatos a postos executivos com regras absurdas visando impedir o confronto de ideias.
Os grandes temas são escamoteados e quando surge algum tipo de confronto aparecem os colunistas de sempre com críticas do gênero senso comum objetivando evitar o aguçamento do espírito crítico da cidadania.
A continuar assim, as próximas eleições poderão ser ainda mais mornas do que a atual e sem que o eleitor possa conhecer de fundo o verdadeiro ideário dos candidatos, sobretudo daqueles que prometem mundos e fundos, mas quando eleitos fazem exatamente o contrário das promessas.
Há casos notórios de candidatos vinculados a grupos econômicos dos mais variados, no caso do Rio de Janeiro, o mais forte deles o da especulação imobiliária, o mesmo setor que descaracterizou a arquitetura da cidade com a permissão concedida por prefeitos, nomeados ou eleitos, da quebra de gabarito dos prédios.
Os mais velhos lembram que na época da ditadura, grupos como o de Sérgio Dourado se fizeram com a ajuda de prefeitos como Marcos Tamoio, por exemplo.
Naquele período, por total falta de liberdade, era até arriscado contestar tal estado de coisas. E isso no Rio de Janeiro, que dirá em outros municípios afastados dos grandes centros.
Esperava-se que com a abertura, mesmo acordada de forma a evitar eventuais confrontos, o processo de conluio entre representantes do mundo político e o poder econômico fosse pelo menos reduzido.
Não aconteceu. A única diferença é que agora, ao contrário da época da ditadura, pode-se denunciar picaretagens, como fazem alguns veículos midiáticos, mas em geral desde que não afetem setores econômicos vinculados aos proprietários.
Mas com o advento e o fortalecimento da internet, muitas vezes o que a mídia de mercado tenta esconder é divulgado e de forma a provocar impacto.
Ainda no Rio de Janeiro, tal raciocínio se confirma em fatos concretos, como no caso das tentativas da Prefeitura do Rio de Janeiro em remover mais de 500 famílias na área do Autódromo, na Barra da Tijuca.
A turma do Prefeito Eduardo Paes tentou em um primeiro momento remover os moradores sob a alegação de que poderiam representar perigo para os atletas que participarão das Olimpíadas de 2016. Mentira, a Vila Autódromo é um dos poucos bairros populares do Rio de Janeiro onde não atuam as milícias ou os narcotraficantes.
Não satisfeito com a mentira que circulou algum tempo pela mídia de mercado, como em função da mobilização dos moradores e dos movimentos sociais a Prefeitura perdeu a parada, novas tentativas de remoção ocorreram.
A alegação posterior, que também caiu por terra, era de que a ocupação provocaria danos à lagoa de Jacarepaguá. Provou-se que o argumento servia apenas de pretexto para a remoção.
Além do mais, os moradores da Vila Autódromo estão lá legalmente e durante décadas se organizaram visando a urbanização do bairro. Tanto assim que o projeto vencedor de concurso internacional Parque Olímpico manteve os moradores no local.
Mas a Prefeitura não se deu por vencida. O argumento atual é de que será necessário remover cerca de três mil habitantes do local para dar passagem a Transcarioca. Pergunta-se então, por que o projeto não pode ser deslocado para outra área e com isso manter o local como está, inclusive com as melhorias já feitas levando em conta a preservação do meio ambiente e tudo mais.
Para matar a charada que confirma o conluio entre a Prefeitura e setores imobiliários é necessário divulgar o que é escondido pela mídia de mercado carioca.
Segundo denúncias, Paes quer legitimar a remoção e entregar a área de 1,18 milhões de m2 para o consórcio privado Odebrecht-Andrade Gutierres-Carvalho Hosken, sendo que pelo menos 5% seriam destinados à construção de condomínios de alta renda.
Agora, na antevéspera da eleição, a Prefeitura carioca prometeu dar um parecer sobre plano de urbanização desenvolvido pela comunidade em parceria com especialistas do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano  e Regional (Ippur) da UFRJ e do Núcleo de Estudos e Projetos Habitacionais e Urbanos )(NEPHU) da UFF.
E assim caminha o Rio de Janeiro em plena campanha municipal. Na campanha que aparece na televisão, Paes e outros como Rodrigo Maia e Otavio Leite preferem evitar essa informação. Até porque, basta verificar quem financia a campanha dos referidos candidatos.
E os grupos imobiliários, claro, não pregam prego sem estopa. Financiam campanhas sim, mas vão querer de volta favores a serem concedidos.
Ou vocês acham que a investida contra a comunidade da Vila Autódromo por parte do Prefeito Eduardo Paes visa o bem estar da população?

MÚSICA DO DIA

 DEDICO À UM AMIGO QUE ME É MUITO CARO E RARO

CPI 'adiada' por medo de surgir 'rabo preso' de todos




Além do argumento oficial de período eleitoral, outro fator político pesou para a suspensão temporária dos trabalhos da CPI do Cachoeira: o medo de a investigação sair do controle. A informação é de Gerson Camarotti, no seu blog, com mais detalhes: Nos bastidores, integrantes da base governista trabalharam ativamente para esfriar a CPI depois do depoimento do ex-diretor geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, na semana passada.

 Na ocasião, Pagot disse que trabalhou para conseguir recursos para a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010. Essa declaração causou forte desconforto no Palácio do Planalto.

Ao mesmo tempo, parlamentares de vários partidos trabalham nos bastidores para evitar a quebra dos sigilos das empresas que receberam recursos da Delta. Por isso, a suspensão da CPI conseguiu um consenso rápido. “Em nome do Deus da pizza, montaram um altar e sacrificaram a verdade”, criticou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
fonte:blogmagno

VIDEO DO DIA


terça-feira, 4 de setembro de 2012

PARABÉNS EXCELÊNCIA... CHARGE INSPIRADA EM UM VEREADOR, CUJO A SUA PALAVRA É UM TIRO PELA CULATRA!

OAB apoia abertura de ação penal contra militares



 












O presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, considerou, hoje (4) correta a decisão da Justiça Federal em Marabá (PA) de aceitar denúncia do Ministério Público Federal e determinou a abertura de ação penal contra os coronéis da reserva Sebastião Curió e Lício Maciel.

Ambos atuaram na guerrilha do Araguaia e são acusados por crime de sequestro qualificado. Segundo Damous, trata-se de crime continuado, que permanece sendo cometido até que os corpos dos desaparecidos "apareçam". Por isso – disse ele - não se pode falar em prescrição ou que tais crimes estejam cobertos pela Lei de Anistia, já que a sua continuidade extrapola o ano de 1979, em que foi promulgada a lei.


A Procuradoria sustenta que corpos de militantes de esquerda supostamente mortos por eles até hoje não foram encontrados e, por isso, podem ser considerados como desaparecidos.O crime de sequestro qualificado prevê pena de prisão de dois a oito anos.