
Ontem à tarde, após receber no Palácio do Campo das Princesas o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e o presidente do PSB em São Paulo, deputado federal Márcio França, o governador fez questão de externar que os petistas não terão espaço para opinar nas discussões internas do PSB, apesar das pressões. Filiado ao PSB desde outubro no ano passado e com excelente trânsito no setor industrial brasileiro, Skaf tenta emplacar a sua candidatura ao governo paulista, o que poderia interferir na candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
Depois de uma conversa reservada de quase cinco horas, o governador ressaltou que "cada partido decide o seu futuro". Eduardo Campos disse que as duas siglas firmaram um acordo para construir separadamente suas costuras internas até o mês de março. "A decisão sobre o futuro do PSB toma o PSB. Os outros partidos devem respeitar as decisões que cabem ao PSB. Nossas decisões não serão tomadas por dirigentes de outras legendas. Nossas decisões serão tomadas pela nossa direção", alertou.
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